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    Raquel Landim
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    Raquel Landim

    Com passagens pelos principais jornais do país como repórter especial e colunista, recebeu o prêmio “Jornalista Econômico” de 2022 pela Ordem dos Economistas do Brasil

    Ex-namorada de filho de Lula avalia pedir indenização por agressões, dizem fontes

    Processo teria início na vara de família e correria em paralelo com a investigação criminal

    A ex-namorada de Luis Claudio Lula da Silva avalia pedir indenização pelas agressões físicas e psicológicas que diz ter sofrido, apurou a CNN com fontes próximas.

    O processo teria início na vara de família e correria em paralelo com a investigação criminal. Ontem, a ex-namorada do filho do presidente Lula registrou um boletim de ocorrência contra ele.

    Fontes próximas explicam que a indenização se justificaria porque a ex-namorada, que é médica, relata ter ficado afastada do trabalho por cerca de um mês.

    Com a repercussão do caso, ela estaria abalada emocionalmente e, de novo, sem conseguir trabalhar.

    A indenização também seria cabível por causa das humilhações e da saúde mental. A suposta vítima relata crises de ansiedade e posts degradantes em redes sociais.

    No boletim de ocorrência, ela diz ter sido xingada de “vagabunda, puta, gorda”, entre outros.

    Na área criminal, a Justiça concedeu uma medida restritiva a favor da médica e contra o filho de Lula. A expectativa agora é de que ele seja ouvido e que, eventualmente, seja instaurado um inquérito.

    No boletim de ocorrência, a médica relata ter sido vítima de agressão física com um cotovelada na barriga enquanto os dois disputavam um celular. Em entrevistas logo após o caso vir a público ela negou agressões físicas.

    Fontes próximas detalham que ela estava confusa nas entrevistas e que é difícil para as mulheres distinguir o que é “briga de casal” e violência física, e que a cotovelada foi considerada pela polícia como “vias de fato”.

    A defesa de Luis Claudio nega as agressões e chama as “fantasiosas” e “inverídicas” as declarações de médica, passíveis de enquadramento como “calúnia, injúria, difamação, além de reparação por danos morais”.

    Os dois tinham uma união estável há dois anos e um apartamento em conjunto. As agressões teriam começado em janeiro quando a ex-namorada alega ter descoberto traições.

    Ela então quis terminar o relacionamento e contratou uma advogada.