Zerar fila para ter auxílio é 'impossibilidade matemática', diz Pedro Guimarães

Detalhes da segunda etapa do pagamento do chamado 'coronavoucher' de R$ 600 estão sendo fechados com o presidente Jair Bolsonaro

Do CNN Brasil Business*, em São Paulo
11 de maio de 2020 às 18:24

Pedro Guimarães, presidente da Caixa, acredita ser impossível, matematicamente, zerar fila para recebimento de auxílio emergencial 

Foto: CNN Brasil

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que o calendário da próxima parcela do auxílio emergencial de R$ 600 "está muito mais equilibrado" do que o anterior, mas não garantiu acabar totalmente com as filas nas agências.

Os detalhes da segunda etapa do pagamento estão sendo fechados com o presidente Jair Bolsonaro.

"Dizer que a fila será zero é uma impossibilidade matemática", disse Guimarães nesta segunda-feira (11), em audiência pública da Comissão Mista de Acompanhamento de gastos com a covid-19. A reunião ocorreu por videoconferência.

No início do mês, o presidente da Caixa já havia feito comentário semelhante ao dizer que "não há possibilidade de pagar 50 milhões de pessoas em três semanas sem fila".

Hoje, Guimarães reforçou que a ordem de pagamentos da próxima etapa continuará a ser feita de acordo com o mês de aniversário do trabalhador, mas, agora, ocorrerá "em dias escalonados para não ter todo mundo na agência como aconteceu duas semanas atrás".

*Com informações do Estadão Conteúdo