JPMorgan: lojas físicas não são necessárias para impulsionar vendas do iPhone


Da Reuters
31 de julho de 2020 às 14:59
mulher segura iphone 11

Uma mulher segura seu iPhone 11 Pro Max em Beijing, China (20.set.2019)

Foto: Jason Lee/Reuters

A lealdade dos clientes da Apple e a resposta da empresa à pandemia de Covid-19 provaram que as lojas físicas não são essenciais para impulsionar as vendas de seus produtos, disse o JP Morgan nesta sexta-feira (31), enquanto os resultados trimestrais da fabricante do iPhone faziam suas ações subirem mais de 6%.

A empresa mais valiosa dos Estados Unidos foi forçada a fechar mais de 70 lojas em resposta ao aumento do número de casos de Covid-19, mas os consumidores não se afastaram da empresa que superou as estimativas dos analistas para vendas de iPhone em US$ 4 bilhões.

Leia também:
iPhone para todos: resultados da Apple surpreendem Wall Street
Amazon, Apple, Facebook e Google 'ignoram' pandemia e lucram mais
CEOs de Amazon, Apple, Facebook e Google depõem nos EUA; veja como foi

O analista do JP Morgan Samik Chatterjee disse que o desempenho mostrou muito sobre a importância dos produtos da Apple para os consumidores e mostrou que eles estão dispostos a contornar a prática tradicional de comprá-los em canais físicos quando necessário.

As varejistas online surgiram como grandes vencedores durante as quarentenas, com pessoas preferindo fazer compras de suas casas, levando shoppings e lojas físicas globalmente a uma crise e questionando seu futuro no varejo global.

Pelo menos sete corretoras elevaram o preço-alvo de 12 meses para as ações da Apple, com Piper Sandler sendo a mais agressiva e aumentando sua meta de US$ 160, para US$ 450. O preço-alvo médio para a ação da Apple é de US$ 409.

Clique aqui para acessar a página do CNN Business no Facebook