Não há como não atingir servidores atuais, diz Frente da Reforma Administrativa


Basília Rodrigues
Por Basília Rodrigues, CNN  
02 de setembro de 2020 às 10:45 | Atualizado 02 de setembro de 2020 às 11:35
O deputado Tiago Mitraud

O deputado Tiago Mitraud

Foto: Wilson Dias - 3.jan.2019/ Agência Brasil


A reforma administrativa que o Congresso aprovar dificilmente não vai alcançar servidores atuais, na avaliação do presidente da Frente da Reforma Administrativa, o deputado federal Thiago Mitraud (Novo-MG). 

De acordo com o parlamentar, a reforma deverá garantir que o teto constitucional seja respeitado, o que limita os salários a R$ 39 mil, e impacta nos contracheques atuais.

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Há ainda a reestruturação de carreiras que pode demandar uma regra de transição, com uma passagem de regime dos atuais para os novos servidores, que entrariam na administração pública já dentro das novas regras. 

"É uma reforma constante. Não vai ser só uma PEC, tem o enxugamento das carreiras, a regulamentação do teto remuneratório, da avaliação de desempenho. A gente precisava do envio do Executivo. Como é uma reforma que mexe no interesse de certos grupos, é importante ter o Executivo junto. O que vai ter? Não sabemos, mas caso alguns assuntos importantes fiquem de fora, podemos incluir no Congresso", afirmou à CNN.