Rial, do Santander: Há pouco espaço no Orçamento para uma 2ª onda de Covid-19

"Não dá para estar todo mundo num bar e não achar que não vai disseminar o vírus", disse o presidente do Santander durante live

Cynthia Decloedt e Luísa Laval, do Estadão Conteúdo
26 de novembro de 2020 às 21:10 | Atualizado 26 de novembro de 2020 às 22:07
Sergio Rial, presidente do Santander: "Não dá para estar em um bar e não achar que não vai disseminar o vírus"
Foto: Reprodução/CNN

O presidente do Santander Brasil (SANB11), Sergio Rial, se mostrou preocupado com as consequências de uma segunda onda de covid-19 no País e criticou a postura de pessoas que não respeitam a obrigatoriedade do uso de máscara em locais públicos.

"Não dá para estar todo mundo num bar e não achar que não vai disseminar o vírus", disse durante live promovida pela Empiricus.

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Lembrando que o Santander foi uma das primeiras instituições a promover o retorno de parte de seus funcionários ao escritório, Rial ressaltou que o cuidado remete à necessidade de se evitar que uma segunda onda promova necessidades que o País não tem capacidade financeira de suportar.

"Temos pouco espaço no orçamento para uma segunda onda", disse. 

Ele lembrou ainda que mesmo que haja a vacina, haverá um espaço de tempo até que haja imunização da população. Rial apontou também para os desafios da logística de transportar e armazenar uma vacina que, em alguns casos, exige temperaturas bastante baixas.

"Mesmo que haja vacina, há um desafio logístico enorme, especialmente com a necessidade de refrigeração", disse. Rial afirmou ainda que "não dá para se ter repiques de covid-19 em 2021 com a economia debilitada".

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