Lojistas vão respeitar normas, mas lamentam volta à fase amarela, diz associação


Talita Nascimento, do Estadão Conteúdo
30 de novembro de 2020 às 19:44
Comércio, São Paulo
Movimentação de pessoas na Rua 25 de Março, região central de São Paulo
Foto: Bruno Rocha - 02.jul.2020/Estadão Conteúdo

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) disse, em nota, que lamenta as decisões tomadas pelo governo do Estado de regredir para a fase amarela o Plano São Paulo. A nova determinação limita o comércio em 40% de sua capacidade, funcionamento máximo de 10 horas por dia e com horário de fechamento obrigatório até as 22 horas.

A Associação esclarece que "vai cumprir com seu papel de orientar os comerciantes em relação a essas novas restrições", mas tece críticas às determinações. A ACSP defende que o comércio tem respeito às normas sanitárias e que "horários e capacidades restritivas do comércio podem aumentar as aglomerações do lado de fora das lojas".

Leia também:

Um dia após eleição, São Paulo amplia restrições contra pandemia
Mercado teme que novo fechamento da economia afete retomada

A instituição diz que entendeu como aceitáveis as medidas tomadas pelo governo do Estado junto ao comércio, no começo da pandemia, quando ainda não se sabia muito sobre a doença. "Agora, porém, a entidade acredita que este tipo de atitude não se justifica já que o varejo não está entre os lugares onde há mais contaminação da doença", diz a nota.

A entidade disse também que entende que esse tipo de medida pode causar mais fechamento de lojas, porque o comerciante ainda se recupera do primeiro impacto da pandemia.

Clique aqui para acessar a página do CNN Business no Facebook