Opine: investir em ações estreantes na bolsa é um bom ou mau negócio?

Veja as opiniões de Roberto Indech, estrategista-chefe da Clear Corretora, e Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos, e diga se concorda ou discorda

Do CNN Brasil Business, em São Paulo
04 de maio de 2021 às 10:23
O Grande Debate - Investimentos
Foto: Arte/CNN

 

Com tantas incertezas rondando o mercado financeiro, vale a pena investir em uma empresa durante a sua estreia na bolsa de valores? Algumas companhias têm adiado a sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), enquanto outras têm aceitado dar desconto nos papéis. 

E, para você, será que é uma boa hora para investir nessas ações estreantes? Ou será que é um mau momento, diante tantos problemas, como a pandemia?

Confira as opiniões de Roberto Indech, estrategista-chefe da Clear Corretora, e Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos, em "O Grande Debate - Investimentos", e diga se você concorda ou discorda deles.

"Cada empresa tem a sua história. Então, quando entrar em um IPO, você precisa saber o que a empresa faz, em que vai usar o dinheiro e quais são os fatores de risco."

Roberto Indech, estrategista-chefe da Clear Corretora

 

 

"Muitas empresas desistiram de fazer IPO recentemente por causa do risco Brasil. Além disso, muitas companhias acham que valem muito mais do que elas realmente valem."

Roberto Indech, estrategista-chefe da Clear Corretora

 

 

"Por mais que tenha o risco Brasil, estamos em um momento único com a taxa de juros perto das mínimas históricas. Nesse contexto, as pessoas estão procurando investimentos em renda variável, o que torna o momento interessante para as companhias entrarem na bolsa."

Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos

 

 

"O momento é muito favorável para as empresas de tecnologia. Tínhamos poucas empresas desse tipo na bolsa e agora estamos vendo várias ofertas, o que é interessante para o desenvolvimento do nosso mercado."

Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos

 

 

(Texto publicado por Natália Flach)