Ações da Europa fecham em máximas de 2 semanas com Rússia e Ucrânia no radar

Índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 3,06%, a 448,45 pontos

Bolsa em Frankfurt
Bolsa em Frankfurt Reuters

Sruthi ShankarShreyashi Sanyalda Reuters

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O mercado acionário europeu fechou em máximas de mais de duas semanas nesta quarta-feira (16), depois de novas negociações entre Rússia e Ucrânia, ampliando ganhos anteriores provocados pela promessa da China de adotar mais medidas de estímulo para impulsionar a economia.

A Rússia e a Ucrânia conversaram sobre um novo acordo em relação a um status para a Ucrânia fora da Otan, elevando as esperanças de um potencial avanço depois de três semanas de guerra.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 3,06%, a 448,45 pontos, no nível mais elevado desde 28 de fevereiro.

Os mercados também subiram depois que o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, disse que o país dará suporte à economia chinesa, assim como adotará medidas favoráveis a seus mercados de capital.

“Hoje teve uma dose dupla de presentes para os mercados”, disse Chris Beauchamp, analista-chefe de mercado da plataforma online IG.

A investidora holandesa em tecnologia Prosus, que tem uma grande participação na chinesa Tencent, saltou 23,9% depois de atingir mínimas recordes na sessão anterior. A ação levou o índice de tecnologia a subir quase 6,6%.

O mercado também operou sob a expectativa de o Federal Reserve elevar os juros em 0,25 ponto percentual quando divulgar sua decisão de política monetária às 15h, horário de Brasília.

  • Em Londres, o índice Financial Times avançou 1,62%, a 7.291,68 pontos;
  • Em Frankfurt, o índice DAX subiu 3,76%, a 14.440,74 pontos;
  • Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 3,68%, a 6.588,64 pontos;
  • Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 3,34%, a 24.284,85 pontos;
  • Em Madri, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,75%, a 8.380,40 pontos;
  • Em Lisboa, o índice PSI20 valorizou-se 1,02%, a 5.622,30 pontos.

 

 

 

 

 

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