22 aeroportos de São Paulo são leiloados e têm ágio de até 11,5%

O bloco Sudeste foi arrematado pelo Consórcio NW e Voa SE R$ 14,7 milhões; já o bloco Noroeste foi levado pelo Consórcio Aeroportos Paulista por R$ 7,6 milhões

Natália Flach, do CNN Brasil Business, em São Paulo

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 O governo de São Paulo fez o leilão de 22 aeroportos regionais atualmente administrados pelo estado São Paulo, nesta quinta-feira (15). Com prazo de concessão de 30 anos, a previsão é de mais de R$ 447 milhões de investimento por parte da iniciativa privada.

Os 22 aeroportos foram divididos em dois blocos. O bloco Sudeste foi arrematado pelo Consórcio NW e Voa SE por quase R$ 14,7 milhões, o que representa um ágio de 11,5%. O valor mínimo de outorga fixa era de R$ 13,2 milhões.

Já o bloco Noroeste foi arrematado pelo Consórcio Aeroportos Paulista, que tem como empresa líder a Socicam Infraestrutura e Participações. O bloco, que tem como principal aeroporto São José Rio Preto, foi arrematado por R$ 7,6 milhões, ágio de 11,14%, já que o valor mínimo de outorga fixa era de R$ 6,8 milhões.

O edital era para seleção do maior valor para cada bloco. 

Grupo Noroeste

O bloco é composto por 11 unidades, encabeçado por São José do Rio Preto, além dos aeroportos comerciais de Presidente Prudente, Araçatuba e Barretos, bem como dos aeródromos de Assis, Dracena, Votuporanga, Penápolis, Tupã, Andradina, Presidente Epitácio.

No total, estão previstos R$ 181,2 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 62,3 milhões.

Aeroporto de São José dos Campos
Foto: Paulo Fridman / Getty Images

Grupo Sudeste

O lote é composto por 11 unidades, cuja principal é a de Ribeirão Preto, além de Bauru-Arealva, Marília, Araraquara, São Carlos, Sorocaba, Franca, Guaratinguetá, Avaré-Arandu, Registro e São Manuel.

No total, estão previstos R$ 266,5 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 75,5 milhões.

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