Apple e Goldman são inocentados em caso sobre discriminação em oferta de cartões

NY lançou a investigação no final de 2019 depois que um empresário alegar nas redes sociais que os algoritmos do cartão da Apple cometiam preconceito de gênero

A Apple anunciou plano de neutralizar toda a emissão de carbono em sua cadeira produtiva até 2030
A Apple anunciou plano de neutralizar toda a emissão de carbono em sua cadeira produtiva até 2030 Foto: Gonzalo Fuentes -15.jul.2020/ Reuters

Por Elizabeth Dilts Marshall, da Reuters

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O Departamento de Serviços Financeiros de Nova York disse nesta terça-feira (23) que concluiu investigação sobre o cartão de crédito da Apple em parceria com o Goldman Sachs e não encontrou evidências de discriminação ilegal contra os interessados no produto.

Nova York lançou a investigação no final de 2019 depois que um empresário de tecnologia alegou nas redes sociais que os algoritmos do cartão da Apple cometiam preconceito de gênero porque ele recebeu um limite de crédito 20 vezes maior do que sua esposa recebeu.

A investigação incluiu uma revisão de milhares de páginas de registros enviados pelo Goldman e pela Apple, entrevistas com requerentes de cartões da Apple e dados de cerca de 400 mil pessoas que pediram os cartões no Estado de Nova York.

O Apple Card, lançado em 2019, foi a primeira vez que a Goldman Sachs ofereceu um cartão de crédito.

Um porta-voz do banco disse que o Goldman recebeu positivamente as conclusões do departamento e que continua “comprometido em fornecer acesso justo e igual ao crédito”.

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