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    Austrália diz que China não responde a pedidos para aliviar tensões

    Atritos tiveram início depois que governo australiano pediu investigações sobre as origens da Covid-19. China é maior parceira comercial da Austrália

    Passageiras usam equipamento de segurança para se proteger do coronavírus no aeroporto de Melbourne, na Austrália 
    Passageiras usam equipamento de segurança para se proteger do coronavírus no aeroporto de Melbourne, na Austrália  Foto: AAP Image/James Ross

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    O governo australiano afirmou, nesta segunda-feira (8), que a China não responde a pedidos, realizados por uma semana, para aliviar as tensões entre os dois parceiros comerciais. Os atritos tiveram início depois que Canberra pediu uma investigação internacional sobre as origens do novo coronavírus.

    A Austrália insistiu que o apelo a uma investigação independente sobre a pandemia, que segundo ela provavelmente se originou em um mercado de vida selvagem na cidade chinesa de Wuhan, não foi politicamente direcionado a Pequim.

    A China acusou a Austrália de fazer “pequenos truques” e o embaixador chinês no país alertou que os consumidores chineses poderiam boicotar produtos australianos se o inquérito prosseguisse.

    Desde então, a China suspendeu as importações de carne de quatro dos maiores processadores de carne da Austrália e impôs tarifas pesadas sobre as importações de cevada, embora ambos os lados digam que esses movimentos não estão relacionados ao caso. 

    O ministro do Comércio da Austrália, Simon Birmingham, que solicita discussões com seu colega chinês há semanas, declarou que Pequim ignora os apelos de Canberra.

    “Infelizmente, nossos pedidos de discussão até agora foram atendidos negativamente”, disse Birmingham à rádio Australian Broadcasting Corp (ABC) na segunda-feira. “Isso é decepcionante.”

    A China é de longe o maior mercado de exportação da Austrália, ocupando mais de 30% das exportações da Austrália em valor.

     

     

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