Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Bolsas da Ásia fecham em alta após rara semana de ganhos nos EUA

    Indicadores fracos dos Estados Unidos alimentaram a tese de que o Federal Reserve poderá ser mais contido no aumento de juros

    Xangai continua relaxando medidas de restrição contra a Covid-19, o que favorece as perspectivas para segunda maior economia do mundo
    Xangai continua relaxando medidas de restrição contra a Covid-19, o que favorece as perspectivas para segunda maior economia do mundo Aly Song/Reuters

    Sergio Caldas, do Estadão Conteúdo

    Ouvir notícia

    As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira (27) após uma rara semana de ganhos nos Estados Unidos e em meio ao maior otimismo com o progresso da China no controle de surtos de Covid-19.

    O índice acionário japonês Nikkei subiu 1,43% em Tóquio, a 26.871,27 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 2,35% em Hong Kong, a 22.229,52 pontos, o sul-coreano Kospi teve alta de 1,49% em Seul, a 2.401,92 pontos, e o Taiex se valorizou 1,60% em Taiwan, a 15.548,01 pontos.

    Na China continental, o Xangai Composto avançou 0,88%, a 3.379,19 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 1,11%, a 2.216,98 pontos.

    Em um movimento de recuperação, as bolsas de Nova York tiveram desempenho positivo na última semana, o que não acontecia desde maio, à medida que indicadores fracos dos Estados Unidos alimentaram a tese de que o Federal Reserve poderá ser mais contido no aumento de juros.

    Temores de que os Estados Unidos eventualmente entrem em recessão ganharam força desde que o Fed anunciou sua maior alta de juros desde 1994, há quase duas semanas.

    Além disso, a cidade chinesa de Xangai continua relaxando medidas de restrição contra a Covid-19, o que favorece as perspectivas para segunda maior economia do mundo.

    Na Oceania, a bolsa australiana garantiu seu maior avanço diário desde janeiro, embalada pelos ganhos na Ásia e em Wall Street. O S&P/ASX 200 subiu 1,94% em Sydney, a 6.706,00 pontos. Com informações da Dow Jones Newswires.

    Mais Recentes da CNN