Com saldo de 316.580 vagas formais em julho, país tem 2° melhor mês do ano

Ministério do Trabalho e Previdência divulgou nesta quinta-feira (26) os dados do Caged, pesquisa que monitora o mercado de trabalho formal; no ano, o saldo acumulado é de 1,848 milhão de vagas

Na nova regra, sistema de contribuição do INSS será progressivo
Na nova regra, sistema de contribuição do INSS será progressivo Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Ligia TuonPedro Teixeirado CNN Brasil Business

São Paulo e Brasília

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O mercado de trabalho formal registrou saldo de 316.580 vagas criadas em julho. O número fica acima dos 304.749 criados no mês anterior. No ano, o saldo acumulado é de 1,848 milhão de vagas.

O número é 3,8% maior que as mais de 304 mil vagas abertas em junho. Também é o segundo melhor resultado do ano, só perde para fevereiro, quando o país gerou mais de 397 mil novos postos de trabalho.

O saldo para julho é resultado de 1.656.182 admissões e 1.339.602 desligamentos. Em julho de 2021 o Brasil alcançou 41.211272 de pessoas com emprego formal.

Pela primeira vez com Onix Lorenzoni como ministro do novo ministério do Trabalho e Previdência, a pasta divulgou, nesta quinta-feira (26), os dados de julho do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Em coletiva, Onix, defendeu a postura do governo federal de “cuidar da saúde e economia ao mesmo tempo” durante a pandemia de Covid-19. Ele estima que o Brasil vai abrir 2,5 milhões de vagas de trabalho até o fim do ano, “o que dará a medida exata do trabalho do governo nesse período”.

Todos os estados brasileiros tiveram evolução no saldo positivo de empregos criados, com destaque para Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Ceará e Pará

“Os números do mês reiteram a recuperação firme da economia brasileira como um todo”, diz a pasta por meio de nota.

Salário

Enquanto o emprego avança, o salário cai. Em julho, a média de salário dos novos contratados foi de R$ 1.801,99. No mês passado, a média real de admissão foi de R$ 1.824,71.

Segundos os técnicos do Ministério do Trabalho e Previdência, é comum que o movimento aconteça quando há criação de vagas, pois os postos criados geralmente são para vagas que remuneram menos.

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