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    Congresso promulga PEC do piso salarial da enfermagem

    Proposta foi aprovada pela Câmara nesta quarta-feira (13); piso é válido tanto para a esfera pública quanto privada

    Intenção com a PEC é dar segurança jurídica à aplicação do piso para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras
    Intenção com a PEC é dar segurança jurídica à aplicação do piso para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras REUTERS/Michele Tantussi

    Luciana Amaraldo CNN Brasil Business

    em São Paulo

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    O Congresso Nacional promulgou, nesta quinta-feira (14), a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. A proposta foi aprovada nesta quarta-feira (13) pelo plenário da Câmara dos Deputados.

    Os valores dos pisos salariais não são estipulados na PEC. O texto atribui a função a uma lei federal para que um patamar salarial mínimo seja seguido no país entre as categorias citadas. O piso é válido tanto para a esfera pública quanto privada.

    Um projeto de lei sobre o piso já foi aprovado na Câmara e no Senado com a previsão de que o mínimo para os enfermeiros seja de R$ 4.750,00. Os técnicos de enfermagem devem receber 70% do valor do piso dos enfermeiros (R$ 3.325), enquanto auxiliares de enfermagem e parteiras deverão receber 50% do piso (R$ 2.375). Esse texto, porém, ainda não foi sancionado.

    A PEC também prevê que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios devem elaborar ou adequar os planos de carreira das categorias profissionais abrangidas até o final do exercício financeiro em que for publicada a lei de que trata a proposta para que os pisos sejam aplicados.

    A intenção com a PEC é dar segurança jurídica à aplicação do piso para as categorias citadas. Isso porque parlamentares consideraram haver a possibilidade de o piso salarial ser suspenso por tribunais “a pretexto de vício de iniciativa” se não fosse aprovada uma previsão constitucional sobre o tema.

    *Com informações de Luciana Amaral, da CNN

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