Contratar seguro protege a casa, a loja e ainda ajuda nos consertos

Episódio do podcast "O que eu faço?", do CNN Business, fala sobre os serviços embutidos no seguro residencial e patrimonial

Podcast O Que Eu Faço, com Santander
Podcast O Que Eu Faço, com Santander Foto: CNN Brasil

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Para muitos, ter um seguro para proteger o patrimônio significa ter a velha e boa apólice que ajuda a cobrir custos da casa no caso de algum imprevisto, como um roubo ou um incêndio. 

Mas trata-se de um serviço que, hoje, já vai muito além disso. Não só pessoas físicas podem tê-lo para suas casa como também empresas grandes e pequenas para os seus negócios, e a cobertura vai para muito além da estrutura física, a depender dos planos contratados. 

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Ela pode incluir serviços de manutenção dos equipamentos e até reposição da renda enquanto o negócio fica parado por conta de algum incidente. As funcionalidades dos seguros residenciais e patrimoniais são tema do novo episódio do “O que eu faço?”, podcast do CNN Business.

“Se eu sou proprietário de três imóveis e um deles pega fogo, provavelmente eu ficaria sem o recebimento do meu aluguel durante um período. O seguro desembolsa o dinheiro para o reparo e ainda tem coberturas que ajudam com o recebimento dessa receita”, explicou o estrategista de transformação do negócio da Zurich Santander, Cesar Vital. 

“Da mesma maneira, se eu tenho uma pequena empresa e fico sem energia, posso ficar sem meu faturamento por três, quatro dias. O seguro vem garantir esse faturamento.” É a cobertura chamada de lucros cessantes. 

De acordo com Vital, a contratação de um seguro patrimonial, que já é parte inerente do negócio das grandes empresas, tem crescido também entre os micro, pequenos e médios negócios.

Vital também destaca o crescimento forte em anos recentes no interesse das pessoas e das empresas por serviços adicionais que começaram a ser embutidos nesses tipos de seguros – “o que o mercado chama de ‘marido de aluguel’”, diz. 

Para as residências, menciona, são reparos que vão de ajuda para instalar um varal ou limpar a caixa d’água até fazer a retirada e descarte correto de móveis que estão sendo trocados. 

Para os pequenos estabelecimentos, manutenção do ar condicionado e revisão da parte elétrica estão entre os mais acionados, de acordo com Vital. 

“Um estabelecimento de alimentos, um açougue, por exemplo, não pode ter pane elétrica”, diz. “Fazer uma revisão da rede a cada seis meses custaria R$ 500, pelo seguro não custa nada.”

Quer mais dicas? Ouça o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, apresentado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e pela editora-executiva do canal Natália Flach.

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