Cresce intenção de poupar para reserva de emergência, aponta estudo

Dados levantados pela Anbima mostram que as reservas de emergência eram o destino de 17% das economias dos entrevistados em 2019 e passaram a ser de 27% em 2020

Da CNN, em São Paulo

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Os brasileiros estão mais interessados em guardar dinheiro na chamada “reserva de emergência”. Inclusive, esse “colchão de segurança” — composto por recursos para serem usados em situações financeiras inesperadas, como cirurgia de emergência ou demissão — se tornou o principal destino das economias pessoais.

Dados levantados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) mostram que as reservas de emergência eram o destino de 17% das economias dos entrevistados em 2019 e passaram a ser de 27% no ano passado, alta de 10 pontos percentuais.

Já os imóveis, que nas últimas duas edições da pesquisa, eram o principal destino dos investimentos, recuaram de 35% das economias em 2019 para 26% do total em 2020. 

Vale ressaltar que, mesmo com juros baixos dos financiamentos, as pessoas não destinaram seu dinheiro para a compra de imóveis. Isso tem a ver com insegurança sobre o futuro, principalmente causada pela pandemia de Covid-19.

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