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    Busca por crédito em julho sobe 9%, 3ª alta seguida, aponta índice

    Na comparação com o sétimo mês de 2020, o INDC subiu 7%

    Economia britânica se recuperou fortemente de seu mergulho de quase 10% em 2020, causado pelo coronavírus e pelo fechamento de grande parte dos negócios pelo governo
    Economia britânica se recuperou fortemente de seu mergulho de quase 10% em 2020, causado pelo coronavírus e pelo fechamento de grande parte dos negócios pelo governo Getty Images

    Maria Regina Silva, do Estadão Conteúdo

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    A busca por financiamento no país cresceu 9% em julho em relação a junho, sendo o terceiro mês de crescimento consecutivo. É o que retrata o Índice Neurotech de Demanda por Crédito (INDC), que mede mensalmente o número de solicitações no varejo, bancos e serviços. Na comparação com o sétimo mês de 2020, o INDC subiu 7%.

    De acordo com o indicador, o interesse dos brasileiros em conseguir financiamento para o consumo em julho deste ano foi 34% superior ao que havia sido registrado no final de dezembro de 2020.

    A alta foi liderada pelo avanço da demanda por crédito em bancos e financeiras (46%), além do varejo (34%). Já a categoria serviços registrou alta menor, de 7% no período.

    Além disso, em 12 meses, o dado do sétimo mês de 2021 foi 14% maior que o registrado em igual intervalo até julho do ano passado, “o que demonstra que as preocupações causadas pelo pior momento da crise sanitária foram superadas”, cita a nota.

    Neste intervalo, o segmento de serviços aumentou 116%, o varejo registrou acréscimo de 67% e o de bancos teve recuo de 2%.

    Para o diretor de Produtos e Sucesso do Cliente da Neurotech, Breno Costa, além de um movimento natural ligado a fatores sazonais como a proximidade com o Dia dos Pais, o desempenho do índice em julho ainda indica um momento de reflexão do consumidor em relação à retomada à “normalidade”.

    Conforme o executivo, o avanço da vacinação contra a Covid-19 e a queda dos números negativos referentes ao coronavírus estão dando maior segurança para uma retomada aos antigos hábitos de consumo.

    “Por outro lado, questões macroeconômicas como o índice de desemprego e o aumento da inflação estão retardando a chegada de uma onda de otimismo que leve a uma aceleração ainda mais acentuada no ritmo de crescimento da demanda por crédito”, diz.

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