Diante de demissão de secretários da Economia, governo aposta em solução interna

Governo quer pessoas que estejam dispostas a assinar medidas que viabilizem o Auxílio Brasil

Da CNN

em São Paulo

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O governo aposta em uma solução “caseira” para lidar com a exoneração de quatro secretários do Ministério da Economia. As informações são da analista de Política da CNN Brasil Renata Agostini.

Um dos pontos levados em conta para a substituição por integrantes da pasta é como achar pessoas dispostas a assinar medidas que vão viabilizar o Auxílio Brasil, o programa social substituto do Bolsa Família. A promessa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é que o benefício será de R$ 400, o que deve acontecer por meio da PEC dos Precatórios.

A proposta foi aprovada pela comissão especial da Câmara dos Deputados. O relator, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), apresentou uma complementação do voto que trouxe alterações na regra de correção do teto de gastos.

Lembrando que as demissões não foram uma surpresa, já que o ministro Paulo Guedes já antecipava a possibilidade de debandada no Ministério da Economia, devido aos avisos que ele já havia recebido do secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e do secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt.

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