Embraer abre 250 vagas de estágio no país todo para trabalho presencial e remoto

Mesmo os candidatos que forem selecionados para vagas presenciais vão trabalhar em sistema de home office até que seja seguro voltar aos escritórios

Hangar da Embraer: Empresa com mais de 50 anos de mercado abre novas vagas de estágio
Hangar da Embraer: Empresa com mais de 50 anos de mercado abre novas vagas de estágio Foto: Divulgação

Manuela Tecchio, do CNN Brasil Business, em São Paulo

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Alinhada com as tendências induzidas pela pandemia no mercado de trabalho, a Embraer (EMBR3) acaba de abrir vagas remotas, pela primeira vez, para todo o Brasil em seu tradicional programa de estágio. São mais de 250 posições em diversas áreas da companhia, como administrativa, de tecnologia e engenharia e operações.

Podem se inscrever no programa tanto candidatos de nível superior quanto técnicos. Nesta edição, todas as etapas do processo seletivo acontecem pela internet, desde a análise de perfil, até a dinâmica de grupo e a entrevista final. Os aprovados devem começar a trabalhar já no mês de março.

Os cargos de trabalho presencial vão se concentrar nas unidades da empresa em São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. Mesmo os candidatos que forem selecionados para vagas presenciais vão trabalhar em sistema de home office até que as autoridades de saúde considerem segura a volta aos escritórios, explica a Embraer em comunicado.

Além das bolsas “compatíveis com o mercado”, os benefícios incluem vale-transporte, vale-refeição e assistências médica e odontológica. As inscrições vão até a próxima sexta-feira (22) pelo site de vagas da companhia.

A empresa

Fundada em 1969, a brasileira Embraer é a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo e líder no segmento de aeronaves com até 130 assentos. Possui unidades industriais e centros de distribuição de peças e serviços em quatro dos cinco continentes do mundo.

A empresa tem cerca de 18 mil empregados, e mais de 8 mil aeronaves produzidas nos últimos anos. Em 2018 celebrou um acordo de fusão com a Boeing, rompido dois anos depois por decisão da norte-americana. Em 2019, teve receita líquida de R$ 21,8 bilhões.

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