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    Empresa de vinho em caixinha se adapta à pandemia e quadruplica faturamento

    A Fabenne, marca paulistana de vinhos em caixinha, precisou mudar seu público-alvo durante a crise. Resultado: seu desempenho em 2020 foi 315% maior

    Fabenne, marca paulistana que vende vinhos em caixinha, precisou mudar seu público-alvo durante a pandemia
    Fabenne, marca paulistana que vende vinhos em caixinha, precisou mudar seu público-alvo durante a pandemia Foto: Divulgação / Fabenne

    Tatiana Paiva, colaboração para o CNN Brasil Business

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    Com bares e restaurantes fechados e pessoas isoladas em casa, a Fabenne, marca paulistana que vende vinhos em caixinha, precisou mudar seu público-alvo durante a pandemia. Se, antes de março de 2020, seus principais compradores eram os estabelecimentos, depois do início das políticas de distanciamento, a marca optou por mirar no consumidor final.

    O resultado da estratégia foi surpreendente: segundo a companhia, suas vendas quadruplicaram no ano passado em relação a 2019, com um salto de 315% de faturamento, que superou R$ 4 milhões. 

     

    O desempenho melhor do que o esperado veio justamente da ideia de explorar a tendência da popularidade dos vinhos durante a pandemia. O consumo da bebida aumentou 72% no segundo trimestre do ano passado em comparação aos três primeiros meses do ano, segundo a Ideal Consulting.

    Para aproveitar o momento promissor para o setor, a Fabenne, que vende seus produtos de seu site e da Amazon, apostou em suas caixas de papel eco-friendly, que comportam três litros de vinho — o equivalente a 15 taças de 200ml –, e são vendidas por R$ 99.

    A alta durabilidade da bebida depois que o recipiente é aberto também chama a atenção. Enquanto na garrafa o vinho dura poucos dias, a “bag-in-box”promete conservar os rótulos de vinhos tinto, branco e rosé por mais de um mês. 

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