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    Greve do BC continua após governo não apresentar proposta em reunião, diz sindicato

    Paralisação já suspendeu temporariamente a publicação de diversos relatórios e indicadores econômicos divulgados pelo Banco Central

    Anna Russida CNN

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    Após reunião nesta terça-feira (5) com o secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Economia, Leonardo Sultani, o Sindicato Nacional Dos Funcionários Do Banco Central (Sinal) informou que não houve apresentação de proposta por parte do governo federal.”

    A reunião de hoje entre o Sinal e o Leonardo Sultani, titular da Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério da Economia, não trouxe a apresentação de uma proposta oficial por parte do Governo. Como não houve proposta oficial, a nossa resposta vai ser a manutenção e a intensificação da greve“, disse o Sinal em nota.

    O encontro acontece em meio à greve de servidores do BC, movimento que já suspendeu temporariamente a publicação de diversos relatórios e indicadores econômicos divulgados pela instituição. Segundo o Sinal, sem solução para a demanda da categoria por reajuste, a expectativa para a adesão à greve  é de mais de 60%.

     

    O Sinal afirma que cerca de 725 funcionários do BC já entregaram seus cargos comissionados, embora as publicações dessas saídas não tenham sido públicas no Diário Oficial da União (DOU). “A direção do BC decidiu tentar “segurar” as Portarias de descomissionamento. O Sinal vai cobrar da direção do BC a efetivação das portarias”, alega o sindicato.

    O presidente do Sinal, Fábio Faiad, afirma que a greve dos servidores do BC vai respeitar a lei dos serviços essenciais. “Contudo, o Pix e outras atividades do BC não se encontram dentro do escopo da lei dos serviços essenciais. Portanto, a greve poderá interromper parcialmente o PIX e a distribuição de moedas e cédulas”, observa.

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