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    Ingresso do país na OCDE trará investimentos e reformas necessárias, diz professor

    À CNN Rádio, Manuel Furriela avaliou que país tem condições de entrar na entidade em até 3 anos

    Visão externa da sede da OCDE em Paris
    Visão externa da sede da OCDE em Paris 03/09/2009. REUTERS/Charles Platiau/File Photo

    Amanda Garcia, com produção de Camila Olivoda CNN

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    A aprovação do início das negociações sobre a adesão do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é um “importante passo”, na avaliação do professor e mestre em Direito Internacional, Manuel Nabais da Furriela.

    Em entrevista à CNN Rádio, ele explicou que a entidade não é mais um “clube dos ricos”: “É uma entidade de boas práticas, é relevante o ingresso porque é um grupo exigente em vários aspectos, não somente econômicos, mas de direitos humanos, governança, meio-ambiente, é uma das organizações mais importantes da atualidade.”

    A entrada do Brasil na OCDE traz diversas consequências para o país, de acordo com Furriela.

    “Depois do ingresso, o país é considerado de boas práticas econômicas, o que vai atrair mais investimentos internacionais e empréstimos em condições favoráveis em órgãos internacionais.”

    O aspecto principal, porém, para o especialista, é outro. “A partir do momento que o Brasil se organiza, e terá que fazer reformas como a tributária para ingressar, também terá de tomar medidas para combate à corrupção, dar garantias institucionais e jurídicas.”

    Esses são esforços que “são interessantes para nós mesmos.”

    Manuel Furriela acredita ser viável para o Brasil atingir todos os pontos e práticas “em 3 anos”. Este ano ele considera difícil para grandes reformas, já que há eleição.

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