Itaú BBA corta preço-alvo do Ibovespa no final de 2021 de 152 mil para 120 mil

Apesar da revisão, o prognóstico representa uma valorização de cerca de 3% em relação ao fechamento da véspera, de 116.180,55 pontos

Agência do banco Itaú: os bancos começam a entrar em novos mercados
Agência do banco Itaú: os bancos começam a entrar em novos mercados Foto: Rodrigo Garrido/Reuters

da Reuters

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Estrategistas do Itaú BBA cortaram o preço-alvo para o Ibovespa a 120 mil pontos, citando deterioração na perspectiva macroeconômica do país, bem como aumento de riscos fiscais e um cenário hídrico desafiador.

“Nós revisamos nossa meta do Ibovespa para o final do ano de 2021 de 152 mil para 120 mil, dado o pior cenário macro, com taxas de juros mais altas e inflação”, afirmam em relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (15).

Apesar da revisão, o prognóstico representa uma valorização de cerca de 3% em relação ao fechamento da véspera, de 116.180,55 pontos. Mas fica abaixo das máximas históricas registradas em junho –130.776,27 pontos para o fechamento e 131.190,30 pontos no intradia.

Marcelo Sa e Matheus Marques, que assinam o documento, também ajustaram o portfólio de ações de Brasil, reduzindo exposição de companhias de alto crescimento para nomes mais defensivos, olhando também a política monetária dos EUA.

“Nós estamos excluindo Bradesco, Magazine Luiza e Méliuz, e incluindo Energisa, Eneva e Weg”, informa o relatório.

A “Buy List” do Itaú BBA inclui ainda Assaí, Banco Inter, BTG Pactual, Cosan, Rede D’Or, Suzano e Vale

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