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    Justiça condena Grubisich, ex-CEO da Braskem, a 20 meses de prisão nos EUA

    Segundo o Departamento de Justiça americano, Grubisich também terá de pagar US$ 2,2 milhões em multas

    Trabalhadores passam em frente a um tanque em uma usina da empresa petroquímica Braskem
    Trabalhadores passam em frente a um tanque em uma usina da empresa petroquímica Braskem Foto: REUTERS/Amanda Perobelli (30/01/2020)

    Estadão Conteúdo

    Gabriel Caldeira, do Estadão Conteúdo

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    Ex-CEO da Braskem, José Carlos Grubisich foi condenado a 20 meses de prisão pela Justiça dos Estados Unidos nesta terça-feira (12) por envolvimento em casos de “suborno internacional” e “violações a lei de valores mobiliários”, segundo informou o Departamento de Justiça americano.

    Grubisich também terá de pagar US$ 2,2 milhões em multas.

    O executivo foi sentenciado à prisão por ter “conspirando para desviar centenas de milhões de dólares da Braskem para um fundo secreto e pagar propinas a funcionários do governo, partidos políticos e outros no Brasil para obter e reter negócios”, segundo o órgão americano.

    Em abril deste ano, Grubisich se declarou culpado pelo envolvimento no que os promotores do caso classificaram à época como um esquema de propina de 13 anos que envolvia a controladora da Braskem, a Odebrecht. Quem definiu a sentença nesta terça-feira foi a juíza Jacquelyn M. Kasulis, do Distrito Leste da Justiça de Nova York.

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