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    Meta, empresa-mãe do Facebook, atrasa o retorno ao escritório e exigirá doses de reforço

    No mês passado, a empresa de pesquisa de mercado Gartner previu que 15% a 20% das empresas pesquisadas poderiam ter requisitos de reforço para funcionários

    Mark Zuckerberg apresenta Meta, novo nome do Facebook
    Mark Zuckerberg apresenta Meta, novo nome do Facebook Divulgação/Facebook

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    Meta, empresa controladora do Facebook, está adiando seu retorno aos escritórios dos EUA até 28 de março e exigirá prova de vacinas de reforço contra Covid-19 para os trabalhadores desses escritórios. A empresa já exige que os funcionários do escritório sejam vacinados.

    Janelle Gale, vice-presidente do departamento de recursos humanos da Meta, disse à CNN Business em comunicado que a medida visa dar aos funcionários “mais tempo para escolher o que funciona melhor para eles”.

    “Estamos focados em garantir que nossos funcionários continuem tendo opções sobre onde trabalhar, considerando o cenário atual da COVID-19”, disse Gale. “Entendemos que a incerteza contínua torna este um momento difícil para tomar decisões sobre onde trabalhar”.

    Os funcionários da Meta agora devem decidir até 14 de março como gostariam de continuar trabalhando – seja no escritório, remoto em tempo integral ou temporariamente em casa por mais 3 a 5 meses.

    Com a decisão, a Meta se torna uma das primeiras grandes corporações norte-americanas a exigir a comprovação de uma dose de reforço de seus funcionários no escritório, não apenas a vacinação, em meio à rápida disseminação da variante Ômicron.

    Ela se junta a uma lista crescente de governos estaduais, faculdades, universidades e outros empregadores em todo o país que agora exigem uma dose de reforço para o trabalho presencial. Em breve, a tendência pode continuar mais amplamente, à medida que as autoridades de saúde debatem a mudança da definição de “totalmente vacinado” para três doses da vacina Covid-19.

    No mês passado, a empresa de pesquisa de mercado Gartner previu que, em meados de janeiro, de 15% a 20% das empresas pesquisadas poderiam ter requisitos de reforço para seus funcionários.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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