PIB brasileiro é o 25º maior em ranking com 51 países

O Brasil cresceu 7,7% no terceiro trimestre, ficando atrás de Turquia e México, mas à frente de Chile, Tailândia e Indonésia

Desempenho econômico: o Brasil teve um resultado pior do que a média das economias analisadas, de 8,8%, mas ficou acima da média da OCDE, de 3,3%
Desempenho econômico: o Brasil teve um resultado pior do que a média das economias analisadas, de 8,8%, mas ficou acima da média da OCDE, de 3,3% o Brasil teve um resultado pior do que a média das economias analisadas, de 8,8%, mas ficou acima da média da OCDE, de 3,3%

Juliana Elias,

do CNN Brasil Business, em São Paulo

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Depois de dois trimestres em queda, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou uma alta de 7,7% de julho a setembro. Esse percentual coloca o Brasil na 25ª colocação de um ranking que classifica 51 países de acordo com o avanço ou o retrocesso da atividade econômica no terceiro trimestre.

Segundo o levantamento realizado pela agência de avaliação de risco Austin Rating, o Brasil teve um desempenho pior do que a média das economias analisadas, de 8,8%, mas ficou acima da média da OCDE, grupo que reúne as economias mais desenvolvidas do mundo, de 3,3%. 

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Entre os países com os maiores PIBs no período, estão alguns dos que tiveram os maiores retrocessos no segundo trimestre. É o caso da Tunísia, que lidera o ranking de crescimento econômico no terceiro trimestre com alta de 19,8%. No segundo trimestre, o país registrou queda de 20,4%. 

A atividade econômica da Malásia, por sua vez, subiu 18% entre julho e setembro, depois de cair 16,5% entre abril e junho. 

Da mesma forma, os países que avançaram menos no terceiro trimestre são os que menos sofreram no período anterior, como a Coreia do Sul, que viu sua atividade econômica recuar 3% entre abril e junho e subir 2,1% de julho a setembro. 

No segundo trimestre, o Brasil também não tinha figurado nem entre os piores nem entre os melhores. Em um grupo selecionado de 35 países, foi o 15º em desempenho.

Emergentes

O Brasil figura à frente de alguns países emergentes e atrás de outros. 

A Turquia e o México, por exemplo, que ficaram na lanterninha no primeiro semestre, estão crescendo 15,6% e 12,1%, respectivamente. Já Chile, Tailândia e Indonésia ficaram para trás, com altas de 6,5%, 5,2% e 5,1% respectivamente.

A China, que já havia registrado avanço do PIB no segundo trimestre, cresceu outros 2,7% entre julho e setembro.

Outros países emergentes importantes ainda não divulgaram seus resultados. É o caso dos outros dois parceiros do Brasil no grupo BRIC: Rússia e Índia. 

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