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    Oferta de voos domésticos supera pré-pandemia pela primeira vez, diz ANAC

    Apesar de índice positivo, número de passageiros ainda é inferior ao patamar de 2019

    Beatriz Puenteda CNN

    no Rio de Janeiro

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    O setor do transporte aéreo atingiu números próximos dos níveis registrados antes da pandemia de Covid-19 no mês de maio. Segundo o relatório da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o Brasil, após 27 meses, superou a quantidade de oferta por voos.

    No mercado interno, a taxa de assentos por quilômetro teve alta de 6% frente ao registrado em maio de 2019.  Essa foi a primeira vez, nesse segmento, que um dos itens do relatório apresentou crescimento em relação ao período pré-pandemia.

    Apesar do aumento de oferta, o setor ainda não registra o mesmo contingente de passageiros pagantes. Nos voos domésticos, maio de 2022 registrou 6,4 milhões de passageiros. Em 2019, mais de 7 milhões de pessoas voaram pelo Brasil no mesmo período.

    Nos voos internacionais, foram mais de 1,2 milhão de passageiros que viajaram em maio deste ano, cerca de 63% do que foi transportado no mesmo período em 2019. Essa foi a maior movimentação de passageiros desde fevereiro de 2020, mês que antecedeu o primeiro caso de Covid confirmado no Brasil.

    Em abril de 2020, a ANAC registrou os piores números desde 2010. Foram menos 400 mil passageiros em voos nacionais e 40 mil pessoas em voos para fora do Brasil.

    Ainda segundo o relatório da ANAC, o transporte de carga e correio pago teve, em maio, redução de 6,1% em relação ao mesmo período de 2019. Significa um registro de pouco mais de 36 mil toneladas despachadas dentro do país.

    No mercado internacional, o transporte de correio e carga segue apresentando recorde de toneladas transportadas. Em maio deste ano, foram mais de 88 mil despachos em rotas internacionais.  Os dados, segundo a ANAC indicam o maior resultado para o mês da série histórica da Agência, que iniciou há 22 anos.  Em comparação ao mesmo período de 2019 e 2021, o indicador apresentou alta de 24,7% e 1,8%, respectivamente.

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