Opine: com juro em alta, é hora de voltar para a renda fixa?

Veja a opinião de Betina Roxo, da Rico Investimentos, e de Guilherme Cadonhotto, da Spiti, e diga se você concorda ou discorda deles

Foto: Arte/CNN

Do CNN Brasil Business, em São Paulo

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Os preços não param de subir. Em maio, por exemplo, a inflação foi a maior para o mês em 25 anos. Isso tem levado muita gente do mercado financeiro a refazer as contas já que, para tentar conter a inflação, a previsão é que o juro suba ainda mais. Será que é hora de vender ações e voltar para a renda fixa ou a bolsa ainda tem boas oportunidades?

Veja a opinião de Betina Roxo, estrategista-chefe da Rico Investimentos, e de Guilherme Cadonhotto, analista de renda fixa da casa de análise Spiti, sobre o assunto em “O Grande Debate – Investimentos” e diga se você concorda ou discorda.

A máxima histórica do Ibovespa corrigida pela inflação seria de 150 mil pontos; então, ainda tem bastante espaço para alta. Sem contar que quando comparada a outras internacionais, a B3 está descontada.

Betina Roxo, estrategista-chefe da Rico Investimentos

 

 

A renda fixa nunca deixou de brilhar. As pessoas confundem como se tivesse apenas um tipo de título (indexado à taxa Selic). Quando há, na verdade, um mundo de opções: pós-fixados, prefixados e indexados à inflação.

Guilherme Cadonhotto, analista de renda fixa da casa de análise Spiti

 

 

Um ponto importante é olhar o juro real, não adianta só olhar a taxa de juros, porque a inflação come parte dessa rentabilidade. A expectativa é que o juro real fique ao redor de zero, o que faz com que a bolsa continue sendo bastante interessante.

Betina Roxo, estrategista-chefe da Rico Investimentos

 

 

Alguns ativos da renda fixa ajudam a proteger o patrimônio contra a alta da inflação. É o caso dos títulos indexados à inflação, conhecidos como IPCA+, que são de curto prazo e vencem em até dois anos.

Guilherme Cadonhotto, analista de renda fixa da casa de análise Spiti

 

 (Texto publicado por Natália Flach)

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