Órgão do Senado calcula que ‘coronavoucher’ vai custar R$ 59,8 bilhões

Ainda de acordo com o órgão, 30,5 milhões de pessoas serão beneficiadas pela medida

Painel em Brasília alerta para o novo coronavírus
Painel em Brasília alerta para o novo coronavírus Foto: Ueslei Marcelino - 24.mar.2020/Reuters

Larissa Rodrigues

Da CNN, em Brasília

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O ‘coronavoucher’, auxílio mensal para trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus, vai custar R$ 59,8 bilhões aos cofres públicos. O cálculo é do Instituto Fiscal Independente, do Senado Federal. Ainda de acordo com o órgão, 30,5 milhões de pessoas serão beneficiadas pela medida.

Nesta quinta-feira (26), a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que altera o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), e no texto foi incluído o coronavoucher. O auxílio será de R$ 600, mas mães solteiras poderão receber duas cotas do auxílio, chegando a R$ 1.200. A matéria agora será analisada pelo Senado Federal. A Casa agendou uma sessão extraordinária para a próxima segunda-feira (30) para a votação do projeto. 

Terão direito ao ‘coronavoucher’ o microempreendedor individual ou trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 20 de março de 2020, que tenha mais de 18 anos, renda mensal per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos. Outra condição é não ter recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

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