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    Petróleo apaga ganhos de quase 5% e encerra dia no vermelho com Ômicron

    Durante a sessão, o mercado ainda acompanhou reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+)

    Conflito no Leste Europeu tem gerado impactos nos preços do barril de petróleo
    Conflito no Leste Europeu tem gerado impactos nos preços do barril de petróleo 22/08/2018 REUTERS/Nick Oxford

    Matheus Andrade, do Estadão Conteúdo

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    Depois de subirem quase 5%, os contratos futuros de petróleo viraram e terminaram o dia em baixa, sentindo o impacto da notícia de que a variante Ômicron do coronavírus foi identificada nos EUA, alimentando dúvidas quanto à demanda futura. Durante a sessão, o mercado ainda acompanhou reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).

    O petróleo WTI para janeiro fechou em queda de 0,92% (US$ 0,61), a US$ 65,57 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para fevereiro caiu 0,52% (US$ 0,36), a US$ 68,87 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

    As avaliações sobre o impacto da variante Ômicron para a demanda global de óleo dominaram as atenções do mercado. O presidente da Conferência da Opep+, Diamantino Azevedo, destacou que a transmissibilidade e gravidade da cepa ainda não são claras para as autoridades sanitárias. E, diante desse cenário, é necessário “nos mantermos unidos e focados em qualquer mudança na dinâmica do mercado”.

    Além da nova variante, a discussão por uma resposta à liberação de estoques de petróleo por países que são grandes consumidores ficou no radar. Com os 850 mil barris por dia (bpd) em janeiro pelos EUA, a Opep+ não terá outra opção além de adiar por dois meses seu aumento planejado para produção, diz o Commerzbank. Na quinta-feira, 2, o grupo volta a se reunir.

    Nesta quarta-feira, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos EUA informou que os estoques de petróleo no país caíram 909 mil barris, a 433,111 milhões de barris, na semana encerrada em 26 de novembro. Analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal previam queda de 800 mil.

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