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    PF investiga hacker que invadiu contas da Caixa Econômica Federal

    São cumpridos 8 mandados de busca e apreensão no Espírito Santo e em São Paulo

    Agentes da Polícia Federal fazem operação no Espírito Santo
    Agentes da Polícia Federal fazem operação no Espírito Santo Foto: Divulgação - 03.fev.2021 / Polícia Federal

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    A Polícia Federal cumpre 8 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (3) na Operação Creeper, contra crimes de fraudes bancárias, invasão de dispositivo de informática e lavagem de dinheiro. Os agentes estão nas casas dos investigados nos municípios de Cachoeiro de Itapemirim e Guarapari (ES) e em São Paulo (SP).

    Segundo as investigações, as fraudes nas contas bancárias da Caixa Econômica Federal foram descobertas após um relatório da Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal (PF), produzido a partir da Força Tarefa Tentáculos – uma parceria entre a corporação e instituições financeiras para combater fraudes bancárias.

    O documento mostrou que as contas tinham sofrido a ação de hackers, com o desenvolvimento de programas para infectar dispositivos de informática e, com isso, obter dados e dinheiro das contas bancárias invadidas.

    Agentes da Polícia Federal em um dos endereços alvos da Operação Creeper
    Agentes da Polícia Federal em um dos endereços alvos da Operação Creeper
    Foto: Divulgação – 03.fev.2021 / Polícia Federal

    Hacker é um dos mais atuantes no Brasil

    O hacker descoberto pela PF é considerado um dos mais atuantes no Brasil. Os indícios apontam que ele criou programas maliciosos para a prática de fraudes.

    Além disso, segundo as autoridades, ele “se utilizava de um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, proveniente das subtrações dos valores das contas, dentre outros, através do uso de criptoativos, perpetrado pelo núcleo responsável pela lavagem de dinheiro”.

    Os envolvidos podem responder por invasão a dispositivo de informática, furto, furto qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro. 

    O nome da operação é uma referência ao nome atribuído ao primeiro vírus de computador do mundo.

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