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    Pix: 58% dos empreendedores estão prontos para receber pagamentos, diz pesquisa

    Segundo o estudo realizado pela Stone, um mês atrás, 77% dos comerciantes diziam não estar preparados para fazer transações pelo sistema do Banco Central

    Foto: Amanda Perobelli/Reuters

    Vinicius Gonçalves,

    colaboração para o CNN Brasil Business, em São Paulo

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    O Pix – ferramenta de pagamento instantâneo lançada pelo Banco Central – completou um mês no mercado e já começa a cair nas graças dos empreendedores. Pelo menos, é o que mostra um levantamento feito pela operadora de pagamentos Stone. 

    Segundo o estudo, obtido em primeira mão pelo CNN Business, 80% dos respondentes afirmaram saber do que se trata o Pix, enquanto 58% destacaram que já estão prontos para receber ou realizar pagamentos pela nova ferramenta.

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    A Stone realizou o mesmo levantamento no mês anterior, em novembro, antes do lançamento do serviço. À época, 77% dos entrevistados declararam que não estavam ou não sabiam se estavam prontos para operar com a tecnologia, enquanto outros 64% sequer sabiam do que se tratava o Pix. 

    Para Breno Maximiano, head de banking da Stone, a tendência é que esse número aumente, de modo que os pequenos comerciantes devem se sentir cada vez mais íntimos da ferramenta. “O objetivo é tornar o método tão conhecido como os outros já utilizados pelos comerciantes, assim eles seguirão se familiarizando com o novo cenário”, diz.

    Porém, as dúvidas ainda fazem parte da realidade do Pix. Isso porque, em novembro, 24% dos respondentes da pesquisa não se sentiam seguros de utilizar a ferramenta com as informações que, até então, tinham em mãos. Um mês depois, mesmo com uma maior popularização do Pix, esse percentual aumentou para 36,8%.

    Entre as principais dúvidas levantadas por lojistas a respeito da ferramenta, custos, taxas, confiabilidade, segurança e usabilidade se destacaram.

    Realizada entre os dias 4 e 9 de dezembro, a pesquisa contou com a participação de 1.360 lojistas de diferentes regiões do país. 

    Na composição por segmentos, 25,3% eram do varejo, 20% da área de alimentação, 7,6% pertenciam ao comércio de roupas e acessórios, 12,8% do setor de papelaria e 7,7% do ramo da saúde. Outros 25,6% dos respondentes fazem parte de segmentos diversos. 

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