Plano de energia melhora relação entre agentes e investidores, diz ministro

Previsão do Plano Decenal de Energia 2031 é que R$ 3,25 trilhões sejam investidos na matriz energética brasileira nos próximos 10 anos

Bento Albuquerque (arquivo): ministro participou de cerimônia de lançamento do Plano Decenal de Energia 2031, nesta quarta-feira (6)
Bento Albuquerque (arquivo): ministro participou de cerimônia de lançamento do Plano Decenal de Energia 2031, nesta quarta-feira (6) Isac Nobrega / Ministério de Minas e Energia

Anna Russida CNN

Brasília

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O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, acredita que o Plano Decenal de Energia 2031 vai melhorar a relação entre agentes e investidores do setor energético.

“O PDE 2031 chega para oferecer sinalizações mais detalhadas e confiáveis sobre as perspectivas do setor energético para os próximos 10 anos, reduzindo a assimetria de informações entre os agentes e investidores”, disse em cerimônia do lançamento oficial do documento, nesta quarta-feira (6).

A previsão é que R$ 3,25 trilhões sejam investidos na matriz energética brasileira nos próximos 10 anos. Desse total, R$ 2,7 trilhões serão destinados para os setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis. Os outros R$ 530 bilhões são para a geração e transmissão de energia elétrica.

Para Albuquerque, a viabilização da quarta usina nuclear do país, prevista no PDE 2031, será um caminho desafiador. “Desde a seleção do local onde (a usina) será instalada até os mecanismos para promoção de competição para sua construção”, observou.

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