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    Prioridade são dados qualitativos, diz diretora do BC sobre riscos ESG na COP26

    Fernanda Guardado substituiu o presidente do BC, Roberto Campos Neto, que não pode comparecer presencialmente ao evento por conta de uma lesão muscular

    Sede do Banco Central em Brasília
    Sede do Banco Central em Brasília 16/05/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino

    Anna Russida CNN

    Brasília

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    Em participação na COP26, em Glasgow, a diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos​ do Banco Central, Fernanda Guardado, afirmou que a autoridade monetária dará prioridade, no primeiro momento, para a exigência de informações qualitativas referentes a riscos ESG (ambientais, sociais e de governança) nas instituições financeiras.

    Segundo ela, a implementação de uma agenda de sustentabilidade requer tempo e, assim, requer um cronograma gradual para uma implementação viável.

    “O BC vai solicitar de instituições financeiras informações qualitativas e, em um estágio posterior, informações quantitativas”, disse nesta quarta-feira (3).

    A partir de julho de 2022, o BC exigirá que bancos e demais instituições financeiras incorporem em seus testes de estresse temas relacionados a mudanças climáticas, como secas, inundações e incêndios. Também é obrigatório que informações climáticas estejam nos relatórios financeiros repassados a investidores.

    Guardado ainda destacou que o escopo da Força-tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD, em inglês) no Brasil vai além da perspectiva climática, se expandindo para incluir questões sociais e ambientais.

    A participação dela substituiu o presidente do BC, Roberto Campos Neto, que não pode comparecer presencialmente ao evento por conta de uma lesão muscular.

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