Siemens e Andrade Gutierrez obtêm contrato de US$ 1,1 bi para usina no Brasil

A Siemens Energy, que foi desmembrada da Siemens AG no ano passado

Logotipos da Siemens Energy AG durante oferta pública inicial (IPO) da Siemens Energy na Bolsa de Valores de Frankfurt 28/09/2020REUTERS/Ralph Orlowski
Logotipos da Siemens Energy AG durante oferta pública inicial (IPO) da Siemens Energy na Bolsa de Valores de Frankfurt 28/09/2020REUTERS/Ralph Orlowski REUTERS/Ralph Orlowski

Christoph Steitzda Reuters

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A Siemens Energy e o conglomerado Andrade Gutierrez ganharam um contrato de 1 bilhão de euros (US$ 1,1 bilhão, o equivalente a R$ 6,1 bilhões) para construir uma usina de ciclo combinado de 1,7 gigawatt no Brasil, anunciou o grupo alemão nesta terça-feira (23).

O contrato foi obtido pela Gas Natural Acu (GNA), uma joint venture da Siemens Energy, BP, Prumo Logística e a chinesa State Power Investment Corp, e é o pedido de acompanhamento para uma primeira usina, GNA I, que entrou em operação em meados do ano.

A Siemens Energy, que foi desmembrada da Siemens AG no ano passado, não divulgou o valor do contrato para o GNA II, que entrará em operação em 2023.

Uma pessoa com conhecimento do assunto disse que a cota do grupo ronda os 750 milhões de euros (R$ 4.7 bilhões), que abrange uma turbina a vapor, quatro geradores elétricos e três geradores a vapor com recuperação de calor.

A Siemens Energy também fornecerá operação e manutenção de longo prazo da usina, disse.

Com 3 gigawatts de capacidade instalada combinada, as duas usinas são o maior projeto de energia movido a gás natural liquefeito (GNL) super-resfriado da América Latina, produzindo energia suficiente para até 14 milhões de residências.

“Este projeto é estratégico, não só pela grandiosidade, mas também pela localização geográfica, próximo aos dois principais sistemas de gasodutos do Brasil, no Nordeste e no Sudeste do país”, disse o membro da diretoria da Siemens Energy Jochen Eickholt.

“E não se esqueçam: nossas turbinas a gás para GNA II estão prontas para queimar hidrogênio no futuro.”

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