Tensões sino-americanas pesam e bolsas asiáticas fecham mistas

Na China continental, o índice de Xangai recuou 0,81%, para 3.416,00 pontos, enquanto o índice de Shenzhen cedeu 0,30%, para 2.294,91 pontos

Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters

Eduardo Gayer,

do Estadão Conteúdo

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As bolsas da Ásia encerraram o pregão desta segunda-feira (7) sem direção única. Se, por um lado, o salto de 21,1% nas exportações da China ofereceram espaço para otimismo, por outro, as tensões sino-americanas e a segunda onda de Covid-19 em todo o mundo foram uma pedra no sapato para a tomada de risco no oriente.

O índice Kospi, da Bolsa de Seul, fechou em alta de 0,51%, aos 2.745,44 pontos, enquanto o Nikkei, de Tóquio, caiu 0,76%, para 26.547,44 pontos, acompanhado pelo Hang Seng, de Hong Kong, que baixou 1,23%, para 26.506,85 pontos.

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Na China continental, o índice de Xangai recuou 0,81%, para 3.416,00 pontos, enquanto o índice de Shenzhen cedeu 0,30%, para 2.294,91 pontos.

Deu algum ânimo ao investidor do mercado asiático o salto de 21,1% das exportações da China em novembro, na comparação anual. O resultado superou de longe a alta de 12% prevista por analistas consultados pelo The Wall Street Journal.

Já as importações da China subiram 4,5% no mesmo intervalo. Neste caso, a projeção de economistas era de incremento maior, de 5,3%. Assim, em novembro, a China teve superávit comercial de US$ 75,42 bilhões no período, ante projeção de US$ 53,9 bilhões.

Mas a notícia de que os EUA planejam impor sanções a mais integrantes do Partido Comunista da China e o avanço da covid-19 em todo o planeta induziram cautela ao investidor estrangeiro neste início de semana. Traders relatam, ainda, uma nova pausa do rali visto no mercado acionário em grande parte das últimas semanas.

Já na Oceania, o índice S&P/ASX, da Bolsa de Sidney, encerrou o dia em alta de 0,62%, aos 6.675,00 pontos.

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