Vale mais a pena investir em ativos no exterior ou aplicar em BDRs?

Podcast O Que Eu Faço, com Santander
Podcast O Que Eu Faço, com Santander Foto: CNN Brasil

CNN Brasil Business,

em São Paulo

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Se tem uma unanimidade no mundo dos investimentos é que a carteira de ativos precisa ser diversificada. Isso é importante para mitigar riscos e aumentar as chances de retorno. 

Os ativos no exterior têm essa dupla função. O problema é: com a entrada em vigor das novas regras que tornaram os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) mais acessíveis para a maioria dos investidores, vale mais a pena investir nos certificados de depósitos ou aplicar diretamente lá fora?

Sandra Gouveia, superintendente da Santander Corretora, diz que, para o investidor que tem planos de morar fora do Brasil ou têm negócios no exterior, o mais indicado é investir diretamente nos ativos, por conta de disponibilidade e de risco cambial. 

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“Já para o investidor que pretende apenas diversificar a sua carteira, os BDRs podem ser mais indicados por causa das facilidades operacionais”, afirma ao podcast “O que eu faço?”.

Atualmente, há 671 BDRs disponíveis na B3. É possível investir em BDRs nas maiores empresas do mundo, como Apple (AAPL34), Microsoft (MSFT34) e Amazon (AMZO34). 

E não são apenas as ações norte-americanas que ficam mais acessíveis. É possível investir no gigante chinês Alibaba (BABA34) e na montadora japonesa Toyota (TMCO34), por exemplo. 

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“O Brasil é só 2% do PIB global e o nosso mercado de ações representa 0,7% do valor das ações globais. Investir em uma carteira global é também diversificar e reduzir o risco”, afirma, em relatório, Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP e Head do Research da empresa. 

Além de ter acesso a outras empresas, os brasileiros que não têm R$ 1 milhão em aplicações conseguem agora acessar novos setores. 

Está ao alcance do investidor comum BDRs de empresas de inteligência artificial, bebidas destiladas e biotecnologia.

Para entender as diferenças entre investimento direto no exterior e BDRs, ouça o novo episódio do podcast “O que eu faço?”, comandado por Fernando Nakagawa e Luciana Barreto. 

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