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    Zona do euro aprova uso de 0,9% do PIB para amortecer impacto da guerra na Ucrânia

    Medidas devem compensar, predominantemente, aumento nos preços de combustíveis

    Banco Central Europeu (BCE) também pediu aos governos que usem seu dinheiro com mais eficiência
    Banco Central Europeu (BCE) também pediu aos governos que usem seu dinheiro com mais eficiência . REUTERS/Kai Pfaffenbach/

    da Reuters

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    Os países da zona do euro estão gastando mais do que receberam para amortecer o impacto econômico da guerra na Ucrânia por meio de subsídios a combustíveis e outras medidas de apoio, disse o Banco Central Europeu (BCE) nesta terça-feira (2), pedindo aos governos que usem seu dinheiro com mais eficiência.

    Os 19 países que compartilham o euro aprovaram medidas de apoio no valor de 0,9% de seu Produto Interno Bruto (PIB), predominantemente em medidas para compensar um aumento nos preços de combustíveis.

    Mas isso só deve aumentar o crescimento do PIB da área do euro em cerca de 0,4 ponto percentual este ano e reduzir a inflação um pouco menos do que isso, principalmente por meio de preços mais baixos de energia, disse o BCE.

    No estudo, que serviu de base para as projeções econômicas do BCE para 2022 a 2024, o banco estimou que o impacto no crescimento diminuirá no próximo ano.

    Ao longo do período de 2022 a 2024, as medidas de estímulo aprovadas em resposta à guerra devem acrescentar um pouco menos de 0,4 ponto ao crescimento e reduzir a inflação em pouco mais de 0,1 ponto, disse o BCE.

    O banco também descobriu que metade do estímulo fiscal visava apoiar o consumo de combustível fóssil de curto prazo, enquanto apenas uma parte mínima contribuiu diretamente para a transição para fontes de energia limpa.

    “Olhando para o futuro, devem ser feitos esforços para direcionar cada vez mais medidas compensatórias relacionadas à energia para as famílias mais vulneráveis”, disse o BCE.

    “Além disso, os incentivos devem ser orientados para reduzir o uso de combustíveis fósseis e a dependência da energia russa, mantendo as finanças públicas sólidas.”

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