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    4 em 10 brasileiros pretendem fazer compras de Dia dos Pais pela internet, diz pesquisa

    Os itens mais procurados são vinhos e artigos de “casa e decoração” e “perfumaria e cosméticos”

    Lucas Janoneda CNN

    no Rio de Janeiro

    Quatro em cada dez brasileiros devem adquirir itens de forma online para presentear no Dia dos Pais.

    A pesquisa feita pela empresa NielsenIQ aponta que mais de 11 milhões de brasileiros devem comprar via internet presentes para os pais até 14 de agosto, dia que a data é comemorada no Brasil.

    A maior parte dos interessados em realizar esse tipo de aquisição na data comemorativa é formada por homens, de 35 a 49 anos de idade.

    A maioria deles têm uma faixa salarial que varia entre R$ 4 mil e R$ 12 mil.

    No recorte regional, São Paulo lidera a presença de consumidores dispostos a realizarem compras online no período, com mais de 35% dos interessados.

    Em seguida aparecem Minas Gerais e Rio de Janeiro.

    Os vinhos estão entre os presentes mais procurados para o período, aponta a pesquisa. A procura pela bebida cresceu, por exemplo, mais de 123% com a proximidade do Dia dos Pais, em relação ao mesmo período do ano passado.

    Artigos ligados à “casa e decoração” e “perfumaria e cosméticos” também aparecem como destaque.

    Apesar da alta demanda pelo e-commerce em 2022, o estudo aponta um menor ticket médio, em comparação ao ano passado.

    O valor médio que um brasileiro está disposto a pagar por um presente caiu de R$ 270 para R$ 144 em um ano.

    A pressão inflacionária, o encarecimento dos produtos, e o menor poder de compra dos brasileiros são os principais responsáveis pela queda no ticket médio para o Dia dos Pais.

    “A intenção de compra via internet se mantém em patamar alto, apesar do ambiente econômico turbulento. Com menor rendimento, os consumidores escolhem gastar menos, mas mantêm a compra do presente para a pessoa querida. Isso mostra a importância da data para o varejo como um todo e para o e-commerce especificamente”, analisou o economista da Nielsen, Marcelo Osanai.