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    5G deve estar liberado em todo o Brasil em quatro anos, diz especialista

    Esta semana foi marcada pelo lançamento da rede 5G em três regiões: Belo Horizonte, João Pessoa e Porto Alegre

    Artur Nicocelido CNN Brasil BusinessIsabella Galvãoda CNN*

    Esta semana foi marcada pelo lançamento da rede 5G em três regiões: Belo Horizonte, João Pessoa e Porto Alegre, todas na sexta-feira (29). Porém, Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, afirmou, em entrevista à CNN, que a tecnologia deve estar liberada em todo o Brasil somente em quatro anos.

    Isso porque “o 5G não é um carro zero quilometro pronto que você pega e sai usando”. Ou seja, é necessário fazer testes de frequência, pois, a faixa de 3,5 Ghz também é usada por diversos brasileiros que tenham antena parabólica.

    Para tal, a Anatel criou um programa para distribuir, gratuitamente, às famílias carentes das capitais brasileiras, registradas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal, e que utilizam antenas parabólicas da chamada Banda C, kits contendo novas antenas digitais, conversores e cabos.

    O pedido do kit e de instalação dos aparelhos pode ser feito por meio do site do Programa de Distribuição de Kits.

    Bairros

    De todo modo, o especialista afirma também que, apesar de algumas capitais já terem essa rede – Brasília foi a primeira região do país a ter a tecnologia -, não são todos os bairros que possuem acesso. Assim, “a medida que uma pessoa se locomover, ela vai varear entre o 5G e o 4G”.

    A distribuição da conexão depende das operadoras. Assim, mesmo que uma pessoa tenha o aparelho apto, pode ser que não consiga se conectar à faixa.

    Segundo a Anatel, “cada prestadora possui sua estratégia de implantação e expansão da rede. Dessa forma, é natural que, nesse momento inicial, nem todas as operadoras atendam todos os bairros e regiões”.

    A agência recomenda que as pessoas entrem em contato com as operadoras para saberem se um determinado local terá a rede disponível.

    (*supervisionada por Ludmila Candal)