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    Acionamento de termelétricas no Norte não vai aumentar tarifas de luz, diz ministro

    Silveira defende foco do governo em equilibrar segurança energética e modicidade tarifária

    Kátia PereiraMarcelo da FonsecaJunior Moreirada Itatiaia

    O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), disse que o acionamento de duas usinas termelétricas em Porto Velho (RO) não vai aumentar as tarifas de luz dos consumidores brasileiros.

    Silveira descartou que a utilização das geradoras movidas a diesel possa mudar a cor da bandeira energética nas contas entregues aos cidadãos.

    Em entrevista à Itatiaia nesta sexta-feira (6), o ministro afirmou que, apesar dos problemas no Norte, o país vive um momento de “bonança hídrica”, o que elimina a possibilidade de apagões.

    “Para que não trabalhemos em ‘N’, sem redundância energética em toda a Região Norte, as térmicas foram acionadas”, disse Silveira.

    O ministro de Minas e Energia reforça que o governo tem tido “muito foco” para equilibrar a segurança energética com a modicidade tarifária.

    Silveira diz reconhecer “que a modicidade tarifária é importante para estimular a economia nacional e gerar emprego e renda como fonte de combater a desigualdade”. Logo, o ministro afirma que “não teremos mudança de bandeira com o acionamento das térmicas do Norte”.

    A Termonorte I e a Termonorte II foram ligadas a fim de garantir energia aos estados do Acre e de Rondônia.

    Silveira e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), estiveram na comitiva ministerial que foi até Manaus (AM) para debater a estiagem assolando diversos municípios da região amazônica.

    A seca causou a suspensão das atividades da usina hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em solo rondoniense.

    “A Usina de Santo Antônio, uma hidrelétrica importante no sistema nacional, parou em consequência da água. Ainda bem que o projeto de engenharia de Jirau, que no Rio Madeira também tem um grande remanso, permite dar uma grande segurança à região”, explicou o ministro.

    Veja também: Seca extrema no Amazonas dificulta o abastecimento de comunidades

    Este conteúdo foi criado originalmente em Itatiaia.

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