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    Alimentos ajudaram a puxar inflação para baixo em setembro, diz economista

    IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve deflação pelo terceiro mês seguido em setembro, com queda de 0,29%

    Fabrício JuliãoEster Cassavia

    IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve deflação pelo terceiro mês seguido em setembro, com queda de 0,29%, puxado pelo recuo dos combustíveis. Em entrevista à CNN nesta terça-feira (11), o economista Fábio Romão também destacou a desaceleração dos alimentos na divulgação da taxa mensal que mede a inflação do país.

    “Além dos combustíveis, vale dizer que pela primeira vez depois de dez meses a gente assistiu uma queda nos preços dos alimentos. Eles estão altos ainda em 12 meses, mas foi uma boa notícia essa queda”, afirmou o economista.

    Segundo ele, a redução dos preços da categoria deve ser sentida no mesmo patamar da inflação em geral em meados do ano que vem, mas o cenário está se desenhando favoravelmente com menos pressões das cadeias globais.

    “A taxa mensal mais baixa tem a ver com algum rearranjo das cadeias produtivas globais, depois de tanta pressão gerada pela pandemia e pela guerra entre Rússia e Ucrânia”, pontuou.

    Por fim, o economista ressaltou que o resultado da inflação surpreendeu em razão da variação “mais intensa que o esperado dos alimentos”.

    “O cenário no exterior, pensando sobre preço de commodities, sobretudo agropecuária, tem uma chance de ajudar os alimentos. Temos a expectativa de desaceleração do IPCA, e em parte não é somente devido aos movimentos feitos pelo governo, mas também por causa de algum movimento global”, concluiu.

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