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    Aviação executiva diz que vocação de Congonhas são voos regionais e de negócios

    Associação Brasileira de Aviação Geral lembra que há discussão sobre o aumento do número de voos no aeroporto e ampliação do terminal de passageiros

    Associação que representa a aviação executiva diz que “não faz sentido fazer de Congonhas um hub (centro de distribuição de voos) vital para a malha aérea nacional”
    Associação que representa a aviação executiva diz que “não faz sentido fazer de Congonhas um hub (centro de distribuição de voos) vital para a malha aérea nacional” Jairo Nascimento/CNN

    Fernando Nakagawado CNN Business

    A entidade que representa a aviação executiva rebateu a proposta das companhias aéreas de restringir aviões pequenos no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, nos horários de pico. A Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral) defende que a vocação do terminal paulistano é servir voos regionais e a aviação de negócios.

    Em nota, a entidade diz que é necessário discutir “se existe sentido em concentrar tantos voos em um aeroporto de tamanha importância com uma única pista apta a receber operações de linha aérea”.

    A associação que representa a aviação executiva diz que “não faz sentido fazer de Congonhas um hub (centro de distribuição de voos) vital para a malha aérea nacional”.

    Para a Abag, “faz muito mais sentido deixar Congonhas para os aviões menores do que enxotá-los de lá”. “A verdadeira vocação de Congonhas não é para grandes jatos com muitos passageiros. Há outros aeroportos no entorno de São Paulo, como Guarulhos e Viracopos, verdadeiramente vocacionados para servirem melhor às linhas aéreas e seus usuários”, diz o texto.

    A entidade acusa, ainda, as grandes áreas na reação ao fechamento da pista. “Por que, então, estes passageiros não foram avisados e mandados para casa (ou para o hotel), ou então realocados em voos partindo de Guarulhos e Viracopos? Das duas, uma: ou houve incompetência na gestão da crise, ou as empresas decidiram nada fazer para economizar alguns trocados no pagamento de despesas de táxi e hotel”.

    Na nota, a Abag lembra que há discussão sobre o aumento do número de voos no aeroporto e ampliação do terminal de passageiros, mas que o aumento expressivo da capacidade do aeroporto não é possível porque Congonhas opera basicamente com uma única pista – já que a operação simultânea com a pista auxiliar não é possível devido a questões de segurança.