Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Bolsa da Argentina fecha em nova máxima histórica à espera de pacote econômico de Milei

    Ministro da Economia, Luis Caputo anunciará pacote após o fechamento dos mercados, por volta das 17h (horário de Brasília)

    Milei em sua cerimônia de posse em Buenos Aires
    Milei em sua cerimônia de posse em Buenos Aires 10/12/2023REUTERS/Matias Baglietto

    Da CNN*

    São Paulo

    O principal indicador do mercado financeiro da Argentina amplia, nesta terça-feira (12), a alta histórica registrada na véspera, com investidores à espera do pacote de choque econômico de Javier Milei.

    O indicador encerrou a terça-feira (12) com alta de 3,99%, aos 1,010,012 pontos, consolidando a sequência de altas recordes ao longo das últimas semanas, movimento intensificado após a vitória de Milei no segundo turno, em 19 de novembro.

     

    O novo governo da Argentina apresentará seus planos de terapia de choque econômico nesta terça, em uma tentativa de controlar a inflação de três dígitos e reconstruir as reservas em moeda estrangeira, com os mercados e a população argentina em suspense sobre o impacto das medidas.

    O ministro da Economia, Luis Caputo, anunciará as medidas após o fechamento dos mercados, por volta das 17h (horário de Brasília), disse o porta-voz do presidente Javier Milei, que assumiu o cargo no domingo (10).

    A expectativa é de que elas incluam cortes acentuados nos gastos estatais, uma redução do tamanho do setor público e uma possível desvalorização acentuada do peso. Atualmente, a moeda é mantida artificialmente forte por meio de controles rígidos de capital.

    As medidas ficarão “em linha” com as promessas de campanha de Milei, — em que ele frequentemente aparecia com uma motosserra para representar seus cortes planejados — disse o porta-voz presidencial Manuel Adorni, acrescentando que isso é necessário para evitar uma “catástrofe mais profunda”.

    Veja também: Bolsa da Argentina fecha em alta recorde

    *Publicado por Gabriel Bosa, com Reuters