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    “Brasil já está com crescimento contratado para os próximos anos”, diz Guedes

    Ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Brasil já está crescendo que em 2023 terá cenário de queda nos juros e na inflação

    Elis Barretoda CNN

    em Brasília

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (26) que o Brasil está com crescimento contratado para os próximos anos. Apesar do otimismo, o ministro alfinetou governos anteriores no caso da gestão econômica.

    “O Brasil está condenado a crescer, o Brasil vai crescer de qualquer jeito. Agora se for um presidente muito ruim, um pessoal que a gente já conhece, cresce um ano, cresce dois, e depois começa a desequilibrar tudo outra vez e afunda de novo. Porque sabe como afundar as coisas.”, afirmou Paulo Guedes em um evento promovido pela Associação da Classe Média (Aclame), no Rio Grande do Sul.

    Na palestra, o ministro enalteceu o crescimento econômico do país e a recuperação econômica após a pandemia da Covid-19. Guedes comentou ainda sobre as possíveis consequências das politicas fiscais de redução de tributos promovidas neste ano pelo governo federal.

    “Agora a rolagem é para o ano que vem, ano que vem vai ter uma catástrofe, vai ter uma bomba fiscal. Como bomba fiscal? O pessoal que enfrentou duas guerras, pagou pela guerra inteira, que bomba é essa?”, questionou o ministro.

    Auxílio a R$ 600

    Paulo Guedes afirmou que é possível manter o auxílio Brasil a R$ 600 de forma permanente caso a reforma tributária que está no Senado seja aprovada. Entretanto, o ministro afirmou que só trabalhará pela aprovação da medida caso vençam a eleição.

    “É possível manter o auxilio em 600? Claro que é, fizemos na reforma tributaria que quem tirasse acima de R$ 400 mil por mês em dividendos, pagava 15% em cima do excesso. É com esse dinheiro que você paga R$ 600 de auxilio. Foi aprovada na Câmara, se a gente ganhar a eleição, a gente aprova no dia seguinte no Senado.”, afirmou Guedes.

    IPI, Indústria e China

    O ministro disse também que não quer a “chinesada” entrando na economia brasileira. “Não queremos a chinesada entrando aqui e quebrando nossas fábricas, nossas indústrias de jeito nenhum. O que queremos é uma coisa moderada. É assim, baixei o IPI, baixamos o IPI em 35%. Vamos acabar com IPI. O IPI é um imposto de desindustrialização em massa.”, afirmou o ministro.