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    Capacidade de energia solar no Brasil cresce mais de 60% no ano, diz associação

    Total inclui usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, equivalendo a 11,2% da matriz elétrica do país

    Painel de energia solar
    Painel de energia solar em Porto Feliz, São Paulo 13/2/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

    da Reuters

    A potência instalada da fonte solar fotovoltaica cresceu mais de 60% de janeiro até a metade de dezembro, saltando de 14,2 gigawatts (GW) para 23 GW, segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) nesta terça-feira (27).

    O total inclui usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, equivalendo a 11,2% da matriz elétrica do país.

    Nos últimos 150 dias, o ritmo de crescimento tem sido de praticamente 1 GW por mês, o que coloca a fonte na terceira posição da matriz elétrica brasileira, à medida que o segmento é beneficiado por incentivos do governo à fonte.

    De acordo com a entidade, desde 2012 a fonte solar já trouxe ao Brasil cerca de R$ 116,6 bilhões em investimentos, mais de 36,6 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 690 mil empregos acumulados. Com isso, também evitou a emissão de 31,1 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

    Para o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, o crescimento da energia solar fortalece a sustentabilidade e a competitividade dos setores produtivos, que buscam descarbonizar suas operações com a geração de energia renovável.

    O Brasil possui cerca de 7,1 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte.

    No segmento de geração própria de energia, são praticamente 16 GW de potência instalada da fonte solar.