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    Casa Branca se reúne com Apple, Amazon e IBM para discutir segurança de software

    A reunião discutirá preocupações sobre segurança do software de código aberto e como ele pode ser melhorado

    Visão geral da Casa Branca, em Washington
    Visão geral da Casa Branca, em Washington REUTERS/Jonathan Ernst/File Photo

    Por Nandita Bose, da Reuters

    A Casa Branca se reunirá com executivos das principais empresas de tecnologia, incluindo Google, Apple e Amazon.com, nesta quinta-feira (13) para discutir segurança de software após os Estados Unidos terem sofrido vários ataques cibernéticos no ano passado.

    Em dezembro, o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, enviou carta a presidentes-executivos de empresas de tecnologia após a descoberta de uma vulnerabilidade em um software de código aberto chamado Log4j, que organizações de todo o mundo usam para registrar dados em seus aplicativos.

    Na carta, Sullivan observou que esse software de código aberto é amplamente usado e mantido por voluntários e é uma “preocupação chave de segurança nacional”.

    A reunião, que será organizada pela vice-conselheira de segurança nacional para tecnologia cibernética e emergente, Anne Neuberger, discutirá preocupações sobre segurança do software de código aberto e como ele pode ser melhorado.

    Outras grandes empresas de tecnologia presentes na reunião incluirão IBM, Microsoft, Meta e Oracle. Agências governamentais, incluindo o Departamento de Segurança Interna, o Departamento de Defesa e o Departamento de Comércio, também estarão presentes.

    A segurança cibernética tem sido uma das principais prioridades do governo Biden após vários grandes ataques cibernéticos exporem a hackers milhares de registros mantidos por empresas e agências governamentais.

    Um ataque, que o governo disse ter sido provavelmente orquestrado pela Rússia, violou o software feito pela SolarWinds e deu aos hackers acesso a milhares de empresas e escritórios do governo que usaram seus produtos. Os hackers tiveram acesso a e-mails nos departamentos do Tesouro, Justiça e Comércio e outras agências.