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    Depende da China, diz Alckmin sobre retomada das exportações de carne para o país asiático

    Desde fevereiro, a carne brasileira não é exportada para chineses após registro de mal da vaca louca no Pará

    Alckmin participou nesta segunda-feira (13) de um evento da Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos, a ApexBrasil
    Alckmin participou nesta segunda-feira (13) de um evento da Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos, a ApexBrasil Antonio Cruz/Agência Brasil

    Jairo Nascimentoda CNN

    em São Paulo

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que a retomada das exportações das carnes brasileiras depende apenas da China. “Foi comprovado que é um caso atípico. Estamos aguardando, é questão de dias para que seja liberada [a exportação]”, afirmou.

    Alckmin participou nesta segunda-feira (13) de um evento da Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, em São Paulo.

    O caso de vaca louca foi registrado em 20 de fevereiro, no Pará. Após uma investigação, a Organização Mundial de Saúde Animal disse que o caso é atípico e fruto de geração espontânea e que não há riscos de disseminação em humanos e rebanhos.

    O Ministério de Agricultura e Pecuária suspendeu a exportação de carne brasileira para China três dias depois. Desde a conclusão sobre a segurança da carne, o governo brasileiro tem tentado destravar as exportações.

    Por acordo entre os países, basta apenas o registro de casos da doença para interrupção temporária das vendas. Para os asiáticos. Segundo Alckmin, 50% das exportações de carnes brasileiras vão para o mercado chinês.

    O último registro de mal da vaca louca no Brasil foi em 2021, no Mato Grosso e em Minas Gerais. Desde a década de 1990, o Brasil tem legislação e medidas preventivas contra a difusão da doença.