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    Fábrica de iPhone na China oferece bônus para trabalhadores voltarem ao trabalho

    Foxconn precisa cumprir as restrições contra Covid e garantir que remessas da Apple não sejam severamente interrompidas antes do início da temporada de festas

    Diksha Madhok, Irene Nasser, Arnaud Siad e CNN's Beijing Bureauda CNN

    Nova Delhi

    Um dos maiores fornecedores da Apple está tentando encontrar um equilíbrio delicado na China.

    A Foxconn precisa cumprir algumas das mais severas regras de Covid do mundo, garantindo que as remessas da Apple não sejam severamente interrompidas antes do início da importante temporada de festas.

    A empresa taiwanesa, que está correndo para controlar um surto de Covid em seu vasto campus na cidade chinesa de Zhengzhou, começou a recrutar para a instalação mais uma vez e está oferecendo bônus para funcionários que saíram recentemente, de acordo com um comunicado publicado em um das contas WeChat da empresa.

    A declaração da Foxconn veio apenas um dia depois que a Apple disse que espera que as remessas do iPhone 14 sejam atingidas pelas restrições de Covid da China, que “reduziram significativamente a capacidade” nas instalações de Zhengzhou, a maior fábrica de iPhone do mundo.

    “A epidemia interrompeu nosso trabalho e nossa vida, mas… a empresa alcançou resultados marcantes nas atuais medidas de prevenção de epidemias”, disse a Foxconn em sua conta WeChat de recrutamento em Zhengzhou na segunda-feira (7).

    “A produção e a ordem de vida do parque foram restauradas ao normal gradualmente”, acrescentou o comunicado.

    Trabalhadores ansiosos teriam fugido da instalação fechada. Vídeos de muitas pessoas saindo de Zhengzhou a pé se tornaram virais nas mídias sociais chinesas nos últimos dias. A Foxconn agora está intensificando as medidas para recuperar sua equipe.

    Se eles retornarem, os funcionários que saíram entre 10 de outubro e 5 de novembro receberão um bônus único de 500 yuans (US$ 69), segundo a empresa. Os novos trabalhadores receberão um salário de 30 yuans (US$ 4) por hora, de acordo com o post.

    Na quarta-feira passada, as autoridades chinesas impuseram um bloqueio de sete dias na zona de produção que abriga a fábrica da Foxconn.

    Os trabalhadores poderão começar seu trabalho assim que o “bloqueio de nível distrital for suspenso”, falou a Foxconn no WeChat, quando os funcionários serão recolhidos e levados à fábrica para um sistema de circuito fechado – onde trabalharão e irão morar no local.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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