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    Gasto do governo precisa ser compatível com sustentabilidade das contas públicas, diz Haddad

    Ministro também pediu a aprovação da reforma tributária, que será votada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal nesta terça-feira

    Reunião com Maria Fernanda Ramos Coelho, Ministra substituta da Secretaria Geral/PR, Paulo Teixeira, Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
    Reunião com Maria Fernanda Ramos Coelho, Ministra substituta da Secretaria Geral/PR, Paulo Teixeira, Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Diogo Zacarias/Ministério da Economia

    Danilo Moliternoda CNN

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou em evento nesta terça-feira (7) que o gasto do governo precisa ser compatível com a sustentabilidade das contas públicas no médio e longo prazo.

    “Chamar a atenção para a disciplina não significa ser ortodoxo. Chamar a atenção para a disciplina é chamar a atenção para o planejamento do país. O país precisa se planejar”, disse.

    “Ele [o governo] deve investir e gastar, mas deve saber fazê-lo, de maneira que o retorno deste investimento garanta a sustentabilidade no médio, longo prazo para as contas públicas”, completou.

    Ele defendeu que a economia brasileira seja conduzida à sustentabilidade fiscal, social e ambiental. Destacou que o ajuste das contas não pode ser feito “em cima” da população mais pobre.

    Na sequência ainda voltou a pedir a diminuição do gasto tributário da União.

    A fala do ministro vem em meio a discussões sobre a meta de resultado primário do governo para 2024. Inicialmente o governo se comprometeu a zerar o déficit, mas é ventilada a possibilidade de o parâmetro ser alterada.

    Haddad participou do 6º Fórum Brasil de Investimentos 2023, em Brasília, ao lado do presidente Lula e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.

    O ministro também pediu a aprovação da reforma tributária, que será votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal nesta terça-feira.

    “A reforma tributária é a pedra é angular de um projeto de desenvolvimento. Estamos atravancando o desenvolvimento brasileiro com o sistema tributário atual”, disse.

    O petista ainda pediu que a discussão sobre a matéria não seja contaminada pela polarização política. “Não se trata de governo e oposição, não se trata de PT e PL”, disse o ministro.